Vôlei: fôlego renovado até o final da carreira

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Fotos; Heron Queiroz

Por Orlando Pereira

Detentor de 12 medalhas de ouro das 20 edições que o vôlei de praia foi inserido nos Jogos Abertos de Santa Catarina, Sérgio Castro, ou simplesmente Ceará, é o jogador mais velho em atividade neste esporte. Aos 50 anos, ele pretende se aposentar em alto estilo caso São José seja sede dos jogos em 2020. Do contrário, pretende continuar em ação enquanto tiver pernas e fôlego. Outra marca na sua carreira é ter disputado todas as edições desde a inclusão do vôlei de praia nos Jasc, defendendo neste período as equipes de Blumenau, Florianópolis, Itajaí e agora São José, pelo sexto ano consecutivo.

Ceará, que na verdade nasceu em São Luís, no Maranhão, está há 25 anos em Santa Catarina. Depois de se radicar no Estado, deixou de jogar quadra, se dedicando ao vôlei de praia. Isso resultou na participação em seis edições do Circuito Brasileiro. Não ganhou nenhuma medalha, mas se orgulha de ter vencido a dupla Ricardo e Emanuel, antes dos Jogos Olímpicos de 2008, em Pequim. Os dois naquele ano foram medalha de bronze.

Fora das quadras, Ceará desenvolve um trabalho social e de rendimento na avenida Beira Mar, em São José, patrocinado pela prefeitura. “Contamos com a participação de 120 crianças a partir dos 10 anos”, observou. O resultado é a participação em todas as competições promovidas pela Fesporte. “Esse legado é mais importante do que qualquer medalha de ouro que a gente ganha nos Jogos Abertos”.

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